quinta-feira, 1 de março de 2012

A se todo padre fosse assim!!!

Onde estava esse padre quando eu tinha 15 anos!!!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Assim que se cozinha (2) !!!!!

Admito que a foto não ficou no melhor angulo, mas o sabor estava inigualável!!!


Pintado à parmigiana!!!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Meta à100%


Recentemente tive uma quase discussão em meu departamento, sou analista de sistemas e trabalho na área de tecnologia da informação. Um auditor da qualidade, que defende o conceito de meta à 100%, analisou meu indicador de desempenho, que consistia num gráfico com os percentuais de satisfação do dos usuários quanto ao parque tecnológico e o desempenho dos sistemas.
Nossa meta era 95% de satisfação, quando o auditor viu nossa meta, me questionou:
-Você aceita 5% de insatisfação?
Por se tratar de um cenário onde a parte mais poderosa, o auditor, não deseja ter seu orgulho ofendido, eu recuei da discussão, pois não queria que meu departamento, ou mesmo a empresa onde trabalho, fosse penalizado por minhas convicções, mas me propus uma reflexão.
Num cenário onde meu nível de satisfação beira o 80%, desejar aumenta-lo para 95% é um esforço louvável.
Outro fator, é que, embora, matematicamente 95% de um lado, automaticamente signifique 5% do outro, num contexto analítico, desejar 95% de satisfação, não significa desejar 5% de insatisfação, mas sim sair de um numero que gira em torno dos 80% hoje para 95% amanhã.
Durante um curso de reciclagem para auditores internos obtive um cenário interessante. O de que, em se tratando de qualidade, devemos sempre obter os 100%, ou seja, o máximo.

Para ilustrar o fato, o palestrante, usou um exemplo um hospital. Onde a meta de mortalidade infantil deveria ser, invariavelmente 0, eu concordei, pois estamos falando de vidas, mas, neste momento alguns questionamentos me vieram:

Devemos mesmo colocar todo o tipo de risco ou objetivo no mesmo “balaio”?

Definir uma meta como 100%, apenas por seguir uma filosofia da qualidade total, é honrável, mas é mesmo valida?

Abaixo, vou expor meu ponto de vista:

Imagine uma empresa qualquer, em tese seu lucro pode ser ilimitado, mas no entanto nenhuma empresa traça como meta lucrar 100% sobre seus produtos. Geralmente aplicam uma lucratividade 30% (a porcentagem pode variar). Por quê? Em nome da concorrência, afinal, com um lucro neste nível, seus produtos poderiam ser inviáveis para aquisição.
Em outro exemplo , imagine agora uma de nossas famosas empresas de telefonia. Alguma delas visa ter 100% de seus clientes satisfeitos, não, mas visam ter uma maioria aceitável que varia em cada uma delas.

Neste ponto uma de minhas perguntas está respondida: Não devemos colocar todo tipo de risco ou objetivo no mesmo  “balaio”, pois contextos diferentes exigem analises diferentes.
Nos ramos de saúde seria inconcebível aceitar como meta 1 morte por mês, mas na área de serviços, dependendo da minha carteira de clientes, não é inaceitável aceitar que 1 cliente esteja insatisfeito.

Nesse ponto, alguém podem se questionar: Você aceitaria um cliente insatisfeito?
Eu respondo, não. Traçar uma meta, não significa aceitar a condição, mas sim, definir níveis de planejamento. Vamos a um cenário mais amplo.
No caso de nossas famosas empresas de telecomunicações, elas não tem uma meta de 100% de satisfação, hoje, mas sim de redução do nível de insatisfação.

Antes de mais nada, dispa-se do conceito de que uma empresa com alto nível de insatisfação está destinada ao fracasso, pois, quantas vezes você já foi mal atendido em algum lugar e no entanto voltou a comprar lá.

Voltando ao exemplo, imagine o seguinte, numa determinada medição foi  constatada que o nível de insatisfação dos clientes é de 50%. Não seria interessante primeiro traçar uma meta de redução em ter apenas 25% de seus clientes insatisfeitos, quando atingi-la, revisá-la para 10% e então numa nova rodada, revisá-la para 0%.

Neste ponto posso parecer ambíguo, uma vez que no fim, acabamos chegando numa meta de 100%, mas na verdade estou defendendo o conceito de metas incrementais, respeitando o cenário em que ela é traçada, pois no caso da um hospital, como já mencionado, seria inviável traçar como metas e revisando-as para 5, 3, 1 e 0 mortes a cada ciclo de medição, pois trata-se de um ramo muito especifico. Lembre-se, não coloque tudo no mesmo “balaio”.
Traçar metas gradativas, quando possível, motiva a equipe, pois elas estarão sempre atingindo metas, lembrando sempre do já manjado texto “A meta deve ser desafiadora, porém factível” e eu complementaria com “Nem determinado ciclo de medição.

Imagine se já no primeiro momento eu traçasse a meta da 0% de clientes insatisfeitos, qualquer desvio de atendimento poderia fazer com que 1 único cliente ficasse insatisfeito, comprometendo meu atendimento a meta,  fazendo com que minha equipe colecione um fracasso a cada ciclo de medição que este desvio ocorrer.
O que proponho com um ciclo de metas incrementais, é que periodicamente a organização revise seus indicadores, reavaliando suas metas e elaborando novos planejamentos. Isto permite a organização fragmentar seus problemas, priorizar os mais impactantes e por fim adquirir experiência suficiente para eliminar ou mitigar ao máximo sua ocorrência, para só então, atacar outro problema.
Quer um exemplo, se você possui um problema cardíaco e um desvio de septo, qual você vai tratar primeiro?

Quer outro exemplo? Quando você começou a estudar aos 6 anos de idade sua meta era terminal o ensino fundamental ou concluir sua tese de mestrado?
Estão vendo? Em ambos os casos, você tem noção do máximo a ser atingido, mas fragmentando os problemas, você planeja melhor suas ações. Quando a meta é atingida, ai iniciamos um novo ciclo. De análise e planejamento, nos remetendo então ao clássico PDCA, que não demanda apresentações, mas que cabe ressaltar, demanda um ciclo de melhoria incremental. Logo, é possível notar que não estou propondo nada de novo, mas pretendo com este texto melhorar o conceito de meta à 100%. E assim, acredito aqui ter respondido a meu outro questionamento, traçar uma meta de 100% apenas para seguir um modelo de qualidade total não é valido, Lançando- me a outro jargão comum. O ótimo é inimigo do bom.
                                     
Mas até mesmo este conceito de ótimo é inimigo do bom, rende discussões. Como é muito bem descrito no artigo de Augusto Diegues presidente da Futura Propaganda para o site HSM Online em 17/06/2009 (http://www.hsm.com.br/editorias/otimo-e-inimigo-do-bom?page=1)

Assim fomos avançando, mercado e sociedade, primeiro aceitando o louvado “bom” em lugar do irritante “ótimo”. Depois, com um empurrão aqui e uma “flexibilizadinha” ali, passamos a aceitar o “regular” no lugar do “bom”, afinal ele também é inimigo do “ótimo” e, ao que parece, tem algum parentesco com o “bom”.
Por fim, afrouxados, “criativos” e algumas vezes ameaçados, acabamos por engolir o “péssimo”, que, cúmplice do “bom” e do “regular”, odeia e despreza o “ótimo” e topa qualquer parada.
Infelizmente, é bem fácil constatar a previsível vitória do tal “bom”, com sua frouxidão, sua complacência e sua inesgotável flexibilidade. Basta olharmos à nossa volta, lermos um jornal ou uma revista, assistirmos à televisão, navegarmos pela internet: aceitamos o péssimo político, cínico e inatingível, com suas péssimas práticas; aceitamos o péssimo jornalista e a péssima relação de seus veículos com a verdade; aceitamos também, é claro, os péssimos publicitários e sua péssima, ineficaz e dispendiosa propaganda; aceitamos inclusive, e, em alguns casos até os cultivamos, os péssimos fregueses, com seu desrespeito cotidiano pelo nosso tempo, pelo nosso trabalho e, claro, pela integridade dos nossos negócios.

Compartilho em parte de seu conceito, mas  almejar sempre o ótimo me remete novamente a pergunta sobre traçar a meta de 100%.

Imagine que determinada implementação hoje traria uma redução 30% no meu custo de fabricação, enquanto outro implementação traria 90% de redução dos custos, mas levaria 3 anos para ser implantada.
Claro, vamos optar pela solução ótima, e esperar 3 anos que a concorrência não irá esperar.
Então recaímos sobre o mesmo conceito, contextos diferentes exigem analises diferentes, além do mais, nada nos impede de implantarmos a solução que reduz 30% e então iniciarmos a implementação da redução que traria 90%.

Conclusão.

Não pretendo, demonizar nenhum dos conceitos apresentados, mas sim propor outro, o caminho do meio termo, o da analise e desafio incremental. Acredito que traçar metas atingíveis a curto prazo auxiliam na motivação da equipe e no planejamento a curto prazo. A análise de risco também deve fazer parte de deste contexto pois a mesma probabilidade de um risco acontecer é mesmo de sua meta não ser atingida.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Você comeria aqui???


mais uma vez, copiei o kibeloko!!

Configurando a tela remota do Vitualbox

Começo este post dizendo, se você possui uma licença da VMware, parabéns, você possui a melhor ferramenta de virtualização do mercado. Entretanto se você usa Vmware craqueada, você é meio tonto, pois o virtualbox e tão bom quanto e é free.

Vamos ao que interessa.

Recentemente, por motivos de estudos tive que criar uma maquina virtual com o Linux enterprise para nela instalar uma base oracle. Como minha maquina local era deveras limitada, resolvi cria-la num servidor.
Eu poderia acessa-la via terminal service no servidor, mas isso ocuparia uma sessão, impedido o administrador de rede de usar o servidor.

Como resolvi isso? Simples, ativei o recurso de tela remota do virtualbox:
Selecionando a maquina que desejo acessar remotamente e clicando em “configurações”:

Depois em “Tela”, na aba “Tela Remota”, selecionando uma porta, no meu caso 18000 método de autenticação nula.


Com isso ao subir a maquina virtual será possível controla-la remotamente.
Para isso entre no terminal service digite o IP da maquina hospedeira e a porta.
Importante, deve ser o IP da maquina hospedeira e não da maquina virtualizada.

E então:



Lembrando que este serviço é provido pelo Virtualbox e não pela maquina virtualizada, e na minha humilde opinião não é muito seguro, pois não pede um usuário ou uma senha para logar. Como no meu caso se trata apenas de um ambiente de estudo segurança não é prioridade.
Se você precisar de níveis mais seguros de acesso remoto, use os métodos disponíveis no sistema operacional virtualizado.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Criar arquivos PDF usando Progress (OpenEdge)

Pessoal, recentemente tive que gerar um arquivo PDF e como sabemos a PDFinclude.i é cheia de limitações. Então pesquisando, descobri que é possível utilizar o PDFCreator para fazer esta tarefa sem dor de cabeça.
Para usar este programa é necessário ter instalado o PDFCreator na maquina que irá imprimir em pdf. disponível em: http://www.pdfforge.org/.

Segue o Exemplo:
/*matar qualquer processo referente ao PDFCreator*/
DOS Silent VALUE("taskkill /F /IM PDFCreator.exe /T").

/*Variáveis de instancia*/
DEFINE VARIABLE pdf AS COM-HANDLE      NO-UNDO.
DEFINE VARIABLE pdfop AS COM-HANDLE      NO-UNDO.
CREATE "PDFCreator.clsPDFCreator" pdf NO-ERROR.
CREATE "PDFCreator.PDFCreatorOptions" pdfop NO-ERROR.

/*configuração do PDFCreator*/
PDF:cStart(,).
ASSIGN
    pdfop = PDF:cOptions
    PDFop:AutosaveDirectory = "c:\"
    PDFop:AutosaveFilename = "nome.pdf"
    PDFop:UseAutosave = 1
    PDFop:UseAutosaveDirectory = 1
    PDFop:AutosaveFormat = 0
    PDF:cOptions = PDFop
    PDF:cDefaultPrinter = "PDFCreator"
    PDF:cPrinterStop = FALSE.

/*comando para imprimir*/
PDF:cPrintFile("c:\teste.doc").

/*é possível imprimir do Excel, Word, etc.
basta substituir a linha acima pelo comando
de impressão desejado */

/*encerrar processo*/
PDF:cClose.
RELEASE OBJECT pdf.
RELEASE OBJECT pdfop.
DOS Silent VALUE("taskkill /F /IM PDFCreator.exe /T").

Também descobri que é possível mesclar com outros componentes .ocx para gerar a impressão. Segue um exemplo usando o Excel: 
/*matar qualquer processo referente ao PDFCreator*/
DOS Silent VALUE("taskkill /F /IM PDFCreator.exe /T").

/*Variáveis de instancia PDFCreator*/
DEFINE VARIABLE pdf AS COM-HANDLE      NO-UNDO.
DEFINE VARIABLE pdfop AS COM-HANDLE      NO-UNDO.
CREATE "PDFCreator.clsPDFCreator" pdf NO-ERROR.
CREATE "PDFCreator.PDFCreatorOptions" pdfop NO-ERROR.

/*Variáveis de instância excel*/
DEFINE VARIABLE chExcelApplication  as COM-HANDLE.
DEFINE VARIABLE arquivo             AS COM-HANDLE.
DEFINE VARIABLE aba                 AS COM-HANDLE.
CREATE 'Excel.Application' chExcelApplication.

/*configurações excel*/
ASSIGN
    chExcelApplication:VISIBLE = FALSE
    chExcelApplication:DisplayAlerts  = FALSE
    chExcelApplication:ScreenUpdating = FALSE
    arquivo = chExcelApplication:Workbooks:add("")
    aba = arquivo:sheets:ITEM(1)
    aba:cells(1,1):VALUE = "teste".

/*configuração do PDFCreator*/
PDF:cStart(,).
ASSIGN
    pdfop = PDF:cOptions
    PDFop:AutosaveDirectory = "c:\"
    PDFop:AutosaveFilename = "nome.pdf"
    PDFop:UseAutosave = 1
    PDFop:UseAutosaveDirectory = 1
    PDFop:AutosaveFormat = 0
    PDF:cOptions = PDFop
    PDF:cDefaultPrinter = "PDFCreator"
    PDF:cPrinterStop = FALSE.

/*comando excel para imprimir*/
aba:PrintOut(,,,,,,,,).

/*while para aguardar a impressão do arquivo*/
DO WHILE SEARCH("c:\nome.pdf") = ?:
END.

/*encerrar processo*/
PDF:cClose.
RELEASE OBJECT pdf.
RELEASE OBJECT pdfop.
DOS Silent VALUE("taskkill /F /IM PDFCreator.exe /T").

chExcelApplication:QUIT.
RELEASE OBJECT arquivo.
RELEASE OBJECT aba.
RELEASE OBJECT chExcelApplication.[/code]


Qualquer duvida, porte nos comentários.

quinta-feira, 17 de março de 2011

domingo, 17 de outubro de 2010

Pracas du Brazil

Dando uma copiada nos posts do Kibeloco, da uma olhada no foto que eu tirei.
Quem conhece o famoso açougue do Baiano vai saber onde esta foto foi tirada!!!